sábado, 13 de setembro de 2008

2° DIA



















Foi assim

Que nada terminou

Naquele dia

 

Entrei no meu quarto

Pequeno, sujo, e com as paredes rabiscadas

Discos, livros, cd’s

Uma cama que já não me serve

Nas gavetas apenas lembranças

De quando não avia um império infame

Com esse castelo

Aonde se tem tudo

E não tem ninguém

 

Um universo

De estrelas mortas

 

Volto de meu devaneio de solidão

Trago meu cigarro

Enfim a noite chega

E as luzes mostram a lagrima escondida

A embriagues esconde uma dor ingênua

Acende outro cigarro

Traga

E sorri

Como se naquela fumaça

Estive se todo o amor que é preciso pra viver

Tento terminar a noite

Dentro de uma mulher febril em gozo

Não sei mais

 

Acordo

Tudo que eu quero é uma bala

“A bullet in my head”

 

Sera eterno?

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