
Entre tantas letras
Me perco em mim
No que já não desejo
No que não espero
Nos acordes sujos
Das cordas que trastejam
Enxergo a solida escuridão
Do universo que construímos
E nas paredes escrevo
Meu pedido fúnebre
Esquecido
Me de um trago amargo do seu veneno
Em um doce beijo de teus lábios
Para que o pranto acabe
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